Ficou mais fácil apagar o histórico de busca do Google

O Google armazena nossos históricos de busca há anos a fim de criar um banco de dados que, de acordo com a companhia, ajuda a melhorar a experiência do usuário. Entretanto, diversas pessoas sentem sua privacidade invadida por haver este tipo de registro. Existe então a possibilidade de apagar este histórico, porém, ele é deletado apenas da sua conta. A empresa continua com um backup dessas informações salvo em seus servidores.

Atualmente, a empresa anunciou que o usuário vai poder rever e deletar o histórico que está armazenado no próprio Google. Antes, os controles de privacidade eram ocultados nas configurações do Chrome. Entretanto, o Google decidiu tornar a exclusão do registro mais rápida e acessível. Num momento onde a privacidade e a segurança norteiam boa parte dos debates sobre a internet, a medida parece ter sido tomada para que o Google mantenha uma imagem positiva perante seus usuários.

No momento, a atualização está disponível apenas para computadores, mas em breve a novidade vai chegar nos smartphones. Inclusive, o Google vai expandir essas novidades para outros serviços, como o Google Maps, por exemplo.

Assista o vídeo onde a empresa fala sobre as novidades aqui. Na animação, de apenas um minuto, o Google compartilha informações de como utiliza os dados captados de seus usuários e o porquê eles são tão importantes para a companhia.

Conheça as novas funções de compra do Instagram

O Instagram acaba de lançar novas funções de compra dentro do aplicativo. Agora, os usuários vão poder comprar pelos stories e o canal de compras na aba “Explorar”. Mais de 90 milhões de usuários clicam mensalmente em posts do Instagram a fim de revelar etiquetas interativas com informações de produtos. Um grande número, não é mesmo? O significado disso é que inúmeras pessoas têm se engajado com anúncios. Dessa forma, o Instagram divulgou essa semana o lançamento de duas novidades em relação ao mundo das compras no Instagram:

Botão de compra no Stories

O Instagram resolveu fazer estas implementações, basicamente, por dois motivos. O primeiro foi porque cerca de 400 milhões de usuários entram nos stories todos os dias. Já o segundo é que 1/3 dos stories mais visualizados da plataforma são de páginas comerciais.

Esses dados fizeram com que a rede social inserisse os ícones de compra nos stories.

E o que os expanding shopping stories significam?

Basicamente, enquanto se diverte visualizando as postagens de suas marcas preferidas, você poderá clicar em um produto que gostou para saber mais sobre ele. Além disso, você vai conseguir saber o preço e descrição detalhada.

Ela começou a ser testada em Junho de 2018 em mais de 46 países em todo o mundo. Com isso, proporcionou uma compra mais fácil e rápida. Aliás, se você é um anunciante e deseja inserir botões de compra em seus stories, basta inserir um post com seus devidos produtos e clique na opção de incluir descrição e o link para o seu e-commerce.

Instagram Shopping no Explorar

Como se não bastasse essa grande novidade ao Instagram, também foi anunciado a inserção de um canal de compra na janela “explorar”vda plataforma. De agora em diante, será possível a visualização em um lugar específico.

Como resultado, será possível visualizar em um local específico, posts de produtos das marcas que você já segue ou que podem ser do seu interesse. Vale lembrar que com o objetivo de facilitar as buscas por interesse dentro do aplicativo, aumentou o contato entre as pessoas e os novos conteúdos da rede.

Mobile avança como mídia no mercado brasileiro

O uso de de navegação no mobile pelo brasileiro ja superou três horas ao dia em 2018. Como resultado, atualmente, os usuários navegam por um tempo 6% maior que em 2017. Dados que foram apresentados durante 6º IAB AdTech & Data, mostram que “o mobile já é mídia de massa”.

O mobile atinge em torno de 120 milhões de pessoas únicas. Sete em cada dez brasileiros acessam a internet pelos smartphones e tablets. Dessa forma, os dispositivos móveis estão se tornando a maior mídia em publicidade no mercado americano. Aqui no Brasil o cenário caminha para superar o desktop. Ao que tudo indica, essa ultrapassagem vai acontecer em breve!

No segmento de e-commerce, que sempre foi mais utilizado pelo consumidor, hoje os dispositivos móveis já contam com 60% do tempo de navegação em sites de varejo, enquanto 70% dos usuários que acessam o e-commerce já finalizam as compras pelos celulares e tablets.

Com isso, o varejo brasileiro quadruplicou o investimento em mídia móvel, avançando para se tornar a ferramenta mais completa de perfomance de marca, permitindo trabalhar os vários momentos da jornada do consumidor e da conversão.

Mobile First

Mobile First é um conceito aplicado em projetos web onde o foco inicial da arquitetura e desenvolvimento é direcionado aos dispositivos móveis e em seguida para os desktops. A técnica, já conhecida há um tempo, tem se popularizado cada vez mais entre os profissionais de marketing e tecnologia.

Hoje, esta prática se torna ainda mais necessária! Ela é motivada devido ao crescimento do uso de aparelhos móveis no país e no mundo.

Quando os websites são projetados com o conceito de Mobile First a interação dos usuários com suas interfaces além de ser facilitada é agradável quando a atenção é dividida com outras telas como a TV.

Gigantes da tecnologia apostam em monitoramento de tempo

O tempo é, sem dúvidas, um dos bens mais preciosos da atualidade. Esse é um fator de influência para as escolhas digitais dos usuários. Atualmente, eles, cada vez mais, buscam formas de aproveitar melhor o seu tempo online. Com o objetivo de reter os usuários pelo maior tempo possível, as empresas de tecnologia criaram produtos bastante agradáveis. Entretanto, agora elas começaram a pensar em ferramentas para dar ao usuário um maior controle sobre sua experiência online.

Na última semana, o Facebook e o Instagram implementaram em suas funcionalidades um painel que mostra os minutos e horas gastos no app nos últimos sete dias. Além disso, eles implementaram um lembrete diário que envia um alerta quando é excedido o tempo pré-estabelecido pelo usuário. A nova versão do iOS, que ainda está em fase de testes, vai na mesma onda. Ela permite que o usuário restrinja as notificações durante um período de tempo pré-determinado. Além disso, ele pode acessar um relatório semanal com a média de tempo gasto por aplicativo e por categorias.

Ninguém mais quer perder tempo

Segundo Michel Alcoforado, antropólogo e sócio da consultoria Consumoteca, as novidades refletem uma tendência global de metrificação da vida digital. “Ninguém mais quer perder tempo. As pessoas estão sempre preocupadas se estão tirando algum proveito de todas atividades e tentando quantificar o ‘ROI’ (retorno por investimento) de todas as suas ações digitais. Na indústria de tecnologia, isto fica claro com o crescimento de apps de produtividade”, avalia.

Serviços como Google Tasks, Trello e Evernote também surfam na onda do monitoramento sobre a atividade online.

De acordo com o relatório 2018 Global Digital, realizado pela We Are Social em parceria com a Hootsuite, o usuário brasileiro passa cerca de três horas e meia por dia em redes sociais e nove horas conectado à internet. O usuário médio global, no entanto, costuma passar até seis horas conectado.

Choque cultural

Os millennials, enquanto a primeira geração que passou pela transição digital, são os que mais cobram pelo “ROI” em suas atividades digitais. Segundo Alcoforado, isto acontece porque esta faixa demográfica viu sua produtividade cair drasticamente na última década. “Entramos de cabeça nas redes sociais sem saber direito as consequências que teriam. Agora, quando comparamos o tempo que estes jovens gastavam com a tecnologia quando eram mais novos e o tempo que dedicam agora, entendemos porque eles tendem a se preocupar tanto com os limites desse uso”, disse.

Para a geração Z, entretanto, ele acredita que este tipo de mecanismo de controle sobre a experiência digital pode ser percebido, inclusive, como algo intrusivo. “Este tipo de alerta segue uma lógica millennial de que ainda existe uma certa separação entre trabalho, casa e lazer. Já para a geração Z, este tipo de separação não tem sentido”, justifica.

Segundo um comunicado do Instagram para o site Meio & Mensagem, as novas ferramentas implementadas pela plataforma são um primeiro passo para ajudar as pessoas a encontrar um equilíbrio. “Queremos que o tempo que as pessoas passam no Instagram e no Facebook seja positivo, inspirador e com propósito. Nossa ideia é que essas ferramentas deem às pessoas maior controle sobre a experiência nas plataformas, para que elas possam decidir a melhor maneira de gerenciar seu tempo conectadas”.

Chrome passa a notificar usuários sobre sites que não garantem sua privacidade

A GDPR, lei de proteção de dados que a União Europeia aprovou no final de maio, continua mudando o modus operandi de empresas que trabalham com a internet. A prova desse fato mais recente, por exemplo, vem do Google Chrome, o navegador da gigante das buscas. A ferramenta vai, em sua nova versão, expandir os critérios de avaliação do browser para definir se uma página é ou não segura para o usuário.

A novidade, no caso, é a presença de uso de HTTPS no julgamento desta apuração automática do navegador. Dessa forma, ela faz parte do pacote de atualização intitulado Chrome 68. Ele foi disponibilizado na terça (28) pelo Google.

“Hypertext Transfer Protocol Secure” – ou protocolo de transferência de hipertexto seguro – é uma tecnologia utilizada por sites para garantir que as informações pessoais disponibilizadas pelo usuário sejam protegidas. Portanto, elas ficam encriptadas automaticamente à partir do momento em que são enviadas.

A partir de agora o Chrome vai avisar ao usuário que a plataforma não é segura. Portanto, se não houver no site a presença do do HTTPS, o seu acesso será dificultado. Dessa forma, é muito importante se ater a essa informação para que seu site não perca desempenho.

Atualmente, o HTTPS é bastante comum em boa parte dos sites. Mas ainda não domina o ambiente online. Segundo dados apurados pelo site Troy Hunt, mais de 50% do milhão de sites mais acessados não contam com o protocolo. Nesse caso, eles permanecem com o uso do tradicional (e não seguro) HTTP. Este déficit de atualização deixa os usuários em uma posição bastante vulnerável.

Remarketing: o que é?

Com certeza você já foi “perseguido” por banners de anúncios de algum produto ou serviço que estava pesquisando anteriormente: uma promoção de passagem aérea, um tênis, desconto em roupas, artigos de informática, por exemplo. Mas, você sabe o que isso significa? O nome dessa estratégia adotada pelas empresas é: remarketing.

Diversas pessoas são impactadas por essa ferramenta, mas não sabem como utilizá-la a seu favor, tanto B2B quanto B2C.

Nesta publicação, vamos explicar melhor o assunto, confira:

O que é remarketing?

Primeiramente, é bom esclarecer que “remarketing” e “retargeting” são praticamente a mesma coisa. Entretanto, a única diferença é a forma como o Google chama a sua própria ferramenta de retargeting. Outras plataformas, como por exemplo o AdRoll e o ReTargeter, utilizam o termo retargeting mesmo.

A palavra “retargeting” vem do inglês “target”, que significa “alvo”. Ou seja, a ideia do retargeting é impactar mais de uma vez a mesma pessoa, com anúncios que o usuário vê após a primeira busca pelo tema, em uma determinada página visitada ou outro tipo de interação.

Qual é o objetivo do remarketing?

O remarketing possui um objetivo claro: aumentar a conversão, ou seja, a venda. Isso acontece porque nem todo mundo toma a decisão de compra na primeira vez que é impactado por um anúncio. Na verdade, um número bem pequeno de usuário faz isso. De acordo com dados do Google AdWords, 97% dos visitantes de ecommerce não convertem na primeira visita. Dessa forma, o remarketing vem como uma possibilidade de continuar aparecendo para o cliente que ainda não converteu, para que enquanto ele pense no assunto continue com a marca em mente.

Há diferentes etapas entre o primeiro contato do usuário com a empresa até a efetivação da compra. Podemos dividi-las em quatro momentos diferentes:

– Consciência: quando a pessoa começa a procurar sobre o assunto, sem necessariamente ter a intenção de compra;
– Consideração: quando o usuário já tem algum conhecimento e está cogitando a efetivação da compra. Podemos considerar, aqui, a comparação de preços e busca por recomendações, por exemplo;
– Compra: é quando a pessoa faz a compra em si;
– Fidelização: momento pós-compra, quando a intenção é focar em uma nova conversão.

Dessa forma, com um plano de remarketing bem estruturado, é possível alcançar usuários em diferentes etapas desse funil e levá-los para a etapa seguinte.

Como funciona o remarketing?

O sistema de funcionamento é simples, e vamos usar como exemplo o Google Adwords. O usuário está procurando no Google por “Serviços de Marketing Digital” e clica em um anúncio pago na página de resultados. Quando ele entra no site do anúncio, um cookie, que funciona como se fosse um carimbo, é armazenado em seu computador, possibilitando que o Google te identifique e exiba posteriormente para você anúncios deste mesmo site. Assim, os anúncios vão aparecer em outros sites parceiros que abrem o espaço para anúncios – Rede Display –  ou nas páginas de resultados – Rede de Pesquisa.

Dessa forma, você será impactado por novos anúncios durante algum tempo, para convencê-lo a fazer a conversão. Normalmente, o período do remarketing é de 30 dias, mas pode variar, de acordo com a plataforma e as configurações utilizadas.

7 dicas para turbinar sua Company Page no LinkedIn

Algumas ações simples podem aumentar significativamente as chances de a sua empresa ser encontrada na rede social dedicada aos negócios.
Se a sua empresa ainda não possui uma Company Page no LinkedIn, é bom providenciar uma o mais breve possível, pois a rede possui mais de 500 milhões de perfis profissionais atualizados em todo o mundo. No Brasil, o número de usuários é de 29 milhões e esse número só tende a aumentar!

1. Amplie o contato com a sua equipe no LinkedIn

Interligar todos os seus funcionários no LinkedIn amplia a exposição orgânica da empresa. Portanto, essa é uma excelente tática, especialmente para negócios de grande porte. Dessa forma, a Company Page se torna um link clicável dentro do perfil de cada colaborador. Com uma novidade no ar é importante dar o “grito do escritório”, ou seja, fazer com que a equipe se mobilize para divulgar o conteúdo. Conversar em grupos distintos e fomentar boas discussões envolvendo temas relacionados à empresa é ainda mais relevante.

2. Potencialize o desempenho do SEO

Uma Company Page inegavelmente amigável para o Google, o que contribui para a sua estratégia de SEO. Primeiramente, certifique-se de ter selecionado as palavras-chave certas para o seu negócio e de o conteúdo estar adequado ao público-alvo. Além disso, é importnate adicionar termos relevantes na descrição da sua empresa. Essa prática aumenta as chances de classificação no LinkedIn ao mesmo tempo que ajuda a empresa a ser encontrada em buscas feitas da “barra de pesquisa” da plataforma.

3. Otimize sua URL

Quando a Company Page é criada, uma URL padrão, com um código numérico sem significado, é gerada. Portanto, para personalizar a página, entre em suas configurações do LinkedIn e clique em “perfil de público”. Crie uma URL simples e use o nome da empresa, caso estiver disponível. Se precisar alterar, mantenha a extensão que a empresa utiliza em outras redes sociais.

4. Faça anúncios efetivos

A Company Page permite que você execute ações patrocinadas para promover o seu conteúdo. Ou seja, a capacidade de segmentação e foco é muitas vezes superior à de outras redes, como o Facebook. Estão aí excelentes oportunidades para você levar tráfego de alta qualidade ao seu site em um curto período de tempo.

5. Mensure o desempenho das suas publicações

Analisar a quantidade de visualizações, cliques e engajamento nas últimas publicações da sua empresa é primordial para identificar o que ressoou melhor com a audiência e ajustar o discurso para as próximas publicações.

6. Tenha informações valiosas sobre os seguidores

Um painel reúne dados dos seguidores com várias informações relevantes (cargos, setor de atuação, porte das empresas etc.) e indica se os seus investimentos e conteúdo estão sendo efetivos para atrair o público desejado.

7. Use os botões sociais

Há diversos plugins que podem ser inseridos no seu site ou blog para levar o visitante a seguir a sua página no LinkedIn.

É importante e essencial investir no conteúdo da sua Company Page e a Nexos sabe disso!

Por isso que trabalhamos com foco no seu crescimento, abordando todas a fontes e ferramentas para o sucesso do seu negócio.

Street View disponibiliza visita a parques da Disney

Parques da Disney estão disponíveis no Google Street View

O Google acaba de incluir mapas de diversos parques da Disney no Street View. Este recurso do Google Maps e do Google Earth disponibiliza vistas panorâmicas de 360° na horizontal e 290° na vertical e permite que os usuários vejam partes de algumas regiões do mundo.

Portanto, quem nunca viajou para os EUA pode sentir um pouco da magia da terra do Mickey sem sair de casa. Ao todo, são 11 parques temáticos da Walt Disney World, em Orlando, e também da Disneyland, na Califórnia. O anúncio foi feito na terça (6), no blog oficial do Google. Dessa forma, os usuários poderão visitar pela web parques temáticos de filmes como Avatar, Guardiões da Galáxia e, claro, o Magic Kingdom.

O Street View tem recebido, nos últimos anos, diversos mapas interessantes. O portfólio da ferramenta conta, surpreendentemente, com museus, estação espacial – e até cemitérios. Inegavelmente, a Disney é um dos destinos mais procurados do mundo. Além disso, também estão disponíveis alguns lugares da Disney na Costa Oeste, como o California Adventures.

Como as imagens são feitas

Para fazer essas imagens, o Google usa um carro com uma câmera 360º nas ruas. Entretanto, em locais fechados, a empresa usa um equipamento chamado Trekker. Esta ferramenta é uma mochila com uma câmera em forma de esfera que conta com cerca de 15 lentes. Eventualmente, como no caso da estação espacial, as imagens são feitas através de uma câmera DSLR comum e montadas posteriormente pela equipe do Street View.

Veja alguns mapas da Disney disponíveis no Street View:

Veja mais conteúdos produzidos pela Nexos Creative aqui.

Stories nas pesquisas do Google é uma possibilidade

Os stories, criados pelo Snapchat e implementado pelo Facebook em suas plataformas (Instagram, WhatsApp, Messenger e o próprio Facebook), estão longe de serem uma moda passageira. O formato conta com uma exibição em tela cheia, com fotos e vídeos que podem ser passados para os lados pelos usuários. Inegavelmente, este formato tem mudado a forma das pessoas consumirem conteúdo da internet. O Google resolveu embarcar nessa onde e acaba de anunciar mais uma novidade: um resultado de pesquisa neste formato. Dentro de seu projeto AMP (Accelerated Mobile Pages) as buscas feitas pelo usuário, terão seu conteúdo exibido em multimídia.

No dia 13 de fevereiro, durante a AMP Conf, que aconteceu em Amsterdã, na Holanda, a gigante das buscas anunciou uma parceria com veículos de comunicação. Veículos como CNN e Washington Post vão testar os Stories nos resultados de pesquisa.

A ferramenta ainda está em fase de testes e foi criada a fim de otimizar a navegação dos usuários.

A ferramenta, chamada de AMP Stories, está em fase de testes

A princípio, esses publishers vão poder produzir diversos conteúdos que serão mostrados nos resultados do Google em dispositivos móveis. Como resultado de vários estudos, a novidade conta com páginas de sites otimizados para um carregamento simplificado. Portanto, o carregamento é quase instantâneo quando acessadas pelo mobile. Dessa forma, podemos dizer que ele consome menos dados que as páginas tradicionais.

O projeto é uma iniciativa em código aberto de grandes editores de conteúdo e empresas de tecnologia. Ele foi criado a fim de melhorar todo o ecossistema de conteúdo para dispositivos móveis. Dessa forma, o Google AMP Stories vai aproveitar essa tecnologia para oferecer aos usuários uma experiência rápida.

No momento, o formato está separado dos resultados de busca convencionais. Para ver como as AMP Stories funcionam, vá até g.co/ampstories usando o celular e pesquise por publishers como CNN, Mic, SBNation, The Washington Post, Cosmopolitan, Wired, People e Mashable.

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Instagram lança novo modelo de anúncios e promete otimizar os negócios via mobile

Novo formato permite que os consumidores visualizem vídeos e catálogos de produtos sem sair do Instagram

Se sua empresa possui um público jovem e com poder aquisitivo, essa novidade será motivo de comemoração. O Instagram lançou um novo modelo de anúncios que mescla vídeos e catálogos de produtos. Dessa forma, os consumidores podem concluir suas compras sem sair do aplicativo.

A empresa batizou essa nova funcionalidade de “Collection”. Ela foi criada a fim de aumentar ainda mais o foco do app no comércio eletrônico.

De acordo com a diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, “o Instagram é uma loja visual de negócios no smartphone, e cada vez mais gente procura empresas por lá”.

A novidade é focada nos perfis comerciais, um tipo de utilização que o Instagram enxerga como cada vez mais providencial para o crescimento e monetização da plataforma. O recurso foi liberado no Brasil após uma etapa de testes com duas lojas. Experimentos desse tipo também foram realizados em diversos países, que também recebem a nova função nesta terça.

A ideia do Instagram é fazer com que o perfil das marcas e lojas se transforme em uma espécie de vitrine virtual. A postagem de produtos pelas lojas já é comum na rede social. Agora, então, com o recurso, a localização dos artigos e o processo de compra se torna mais fácil. As publicações vão funcionar de forma semelhante ao da funcionalidade que permite a marcação de amigos nas fotografias.

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