Conheça as novas funções de compra do Instagram

O Instagram acaba de lançar novas funções de compra dentro do aplicativo. Agora, os usuários vão poder comprar pelos stories e o canal de compras na aba “Explorar”. Mais de 90 milhões de usuários clicam mensalmente em posts do Instagram a fim de revelar etiquetas interativas com informações de produtos. Um grande número, não é mesmo? O significado disso é que inúmeras pessoas têm se engajado com anúncios. Dessa forma, o Instagram divulgou essa semana o lançamento de duas novidades em relação ao mundo das compras no Instagram:

Botão de compra no Stories

O Instagram resolveu fazer estas implementações, basicamente, por dois motivos. O primeiro foi porque cerca de 400 milhões de usuários entram nos stories todos os dias. Já o segundo é que 1/3 dos stories mais visualizados da plataforma são de páginas comerciais.

Esses dados fizeram com que a rede social inserisse os ícones de compra nos stories.

E o que os expanding shopping stories significam?

Basicamente, enquanto se diverte visualizando as postagens de suas marcas preferidas, você poderá clicar em um produto que gostou para saber mais sobre ele. Além disso, você vai conseguir saber o preço e descrição detalhada.

Ela começou a ser testada em Junho de 2018 em mais de 46 países em todo o mundo. Com isso, proporcionou uma compra mais fácil e rápida. Aliás, se você é um anunciante e deseja inserir botões de compra em seus stories, basta inserir um post com seus devidos produtos e clique na opção de incluir descrição e o link para o seu e-commerce.

Instagram Shopping no Explorar

Como se não bastasse essa grande novidade ao Instagram, também foi anunciado a inserção de um canal de compra na janela “explorar”vda plataforma. De agora em diante, será possível a visualização em um lugar específico.

Como resultado, será possível visualizar em um local específico, posts de produtos das marcas que você já segue ou que podem ser do seu interesse. Vale lembrar que com o objetivo de facilitar as buscas por interesse dentro do aplicativo, aumentou o contato entre as pessoas e os novos conteúdos da rede.

Mobile avança como mídia no mercado brasileiro

O uso de de navegação no mobile pelo brasileiro ja superou três horas ao dia em 2018. Como resultado, atualmente, os usuários navegam por um tempo 6% maior que em 2017. Dados que foram apresentados durante 6º IAB AdTech & Data, mostram que “o mobile já é mídia de massa”.

O mobile atinge em torno de 120 milhões de pessoas únicas. Sete em cada dez brasileiros acessam a internet pelos smartphones e tablets. Dessa forma, os dispositivos móveis estão se tornando a maior mídia em publicidade no mercado americano. Aqui no Brasil o cenário caminha para superar o desktop. Ao que tudo indica, essa ultrapassagem vai acontecer em breve!

No segmento de e-commerce, que sempre foi mais utilizado pelo consumidor, hoje os dispositivos móveis já contam com 60% do tempo de navegação em sites de varejo, enquanto 70% dos usuários que acessam o e-commerce já finalizam as compras pelos celulares e tablets.

Com isso, o varejo brasileiro quadruplicou o investimento em mídia móvel, avançando para se tornar a ferramenta mais completa de perfomance de marca, permitindo trabalhar os vários momentos da jornada do consumidor e da conversão.

Mobile First

Mobile First é um conceito aplicado em projetos web onde o foco inicial da arquitetura e desenvolvimento é direcionado aos dispositivos móveis e em seguida para os desktops. A técnica, já conhecida há um tempo, tem se popularizado cada vez mais entre os profissionais de marketing e tecnologia.

Hoje, esta prática se torna ainda mais necessária! Ela é motivada devido ao crescimento do uso de aparelhos móveis no país e no mundo.

Quando os websites são projetados com o conceito de Mobile First a interação dos usuários com suas interfaces além de ser facilitada é agradável quando a atenção é dividida com outras telas como a TV.

Instagram atualiza e ganha novas funcionalidades

Nesta semana, o Instagram, rede social de fotografias do Facebook, liberou duas novas funções para todo o público. Agora, ficou muito mais fácil ganhar o famoso selo azul do Instagram! Além disso, em sua nova atualização, o app permite que o usuário coloque música nos stories. Ao postar uma foto ou vídeo temporário, o usuário vai poder escolher uma música para funcionar como trilha sonora da publicação.

músicas no instagram

A plataforma também passa a fornecer mais informações sobre as contas dos usuários. Perfis com milhares de seguidores vão ter dados para o usuário saber se eles são autênticos ou não. Além disso, o tão sonhado selo azul de verificação ficou muito mais acessível. Nesta nova atualização, qualquer perfil poderá solicitá-lo! Dessa forma, não é mais necessário ter um perfil super famoso ou influente. Entretanto, perfis com muitos seguidores e engajamento terão prioridade na hora de receber o selo.

A nova atualização já está disponível. Para solicitar a verificação de conta, basta atualizar o app, ir em “Configurações”, clicar em “Solicitar verificação”, fornecer seu nome de usuário, nome completo e fazer upload de uma foto de sua identidade pessoal ou comercial. Todas as informações ficarão seguras com o Instagram, após isso é só aguardar o feedback da empresa!

Gigantes da tecnologia apostam em monitoramento de tempo

O tempo é, sem dúvidas, um dos bens mais preciosos da atualidade. Esse é um fator de influência para as escolhas digitais dos usuários. Atualmente, eles, cada vez mais, buscam formas de aproveitar melhor o seu tempo online. Com o objetivo de reter os usuários pelo maior tempo possível, as empresas de tecnologia criaram produtos bastante agradáveis. Entretanto, agora elas começaram a pensar em ferramentas para dar ao usuário um maior controle sobre sua experiência online.

Na última semana, o Facebook e o Instagram implementaram em suas funcionalidades um painel que mostra os minutos e horas gastos no app nos últimos sete dias. Além disso, eles implementaram um lembrete diário que envia um alerta quando é excedido o tempo pré-estabelecido pelo usuário. A nova versão do iOS, que ainda está em fase de testes, vai na mesma onda. Ela permite que o usuário restrinja as notificações durante um período de tempo pré-determinado. Além disso, ele pode acessar um relatório semanal com a média de tempo gasto por aplicativo e por categorias.

Ninguém mais quer perder tempo

Segundo Michel Alcoforado, antropólogo e sócio da consultoria Consumoteca, as novidades refletem uma tendência global de metrificação da vida digital. “Ninguém mais quer perder tempo. As pessoas estão sempre preocupadas se estão tirando algum proveito de todas atividades e tentando quantificar o ‘ROI’ (retorno por investimento) de todas as suas ações digitais. Na indústria de tecnologia, isto fica claro com o crescimento de apps de produtividade”, avalia.

Serviços como Google Tasks, Trello e Evernote também surfam na onda do monitoramento sobre a atividade online.

De acordo com o relatório 2018 Global Digital, realizado pela We Are Social em parceria com a Hootsuite, o usuário brasileiro passa cerca de três horas e meia por dia em redes sociais e nove horas conectado à internet. O usuário médio global, no entanto, costuma passar até seis horas conectado.

Choque cultural

Os millennials, enquanto a primeira geração que passou pela transição digital, são os que mais cobram pelo “ROI” em suas atividades digitais. Segundo Alcoforado, isto acontece porque esta faixa demográfica viu sua produtividade cair drasticamente na última década. “Entramos de cabeça nas redes sociais sem saber direito as consequências que teriam. Agora, quando comparamos o tempo que estes jovens gastavam com a tecnologia quando eram mais novos e o tempo que dedicam agora, entendemos porque eles tendem a se preocupar tanto com os limites desse uso”, disse.

Para a geração Z, entretanto, ele acredita que este tipo de mecanismo de controle sobre a experiência digital pode ser percebido, inclusive, como algo intrusivo. “Este tipo de alerta segue uma lógica millennial de que ainda existe uma certa separação entre trabalho, casa e lazer. Já para a geração Z, este tipo de separação não tem sentido”, justifica.

Segundo um comunicado do Instagram para o site Meio & Mensagem, as novas ferramentas implementadas pela plataforma são um primeiro passo para ajudar as pessoas a encontrar um equilíbrio. “Queremos que o tempo que as pessoas passam no Instagram e no Facebook seja positivo, inspirador e com propósito. Nossa ideia é que essas ferramentas deem às pessoas maior controle sobre a experiência nas plataformas, para que elas possam decidir a melhor maneira de gerenciar seu tempo conectadas”.

Chrome passa a notificar usuários sobre sites que não garantem sua privacidade

A GDPR, lei de proteção de dados que a União Europeia aprovou no final de maio, continua mudando o modus operandi de empresas que trabalham com a internet. A prova desse fato mais recente, por exemplo, vem do Google Chrome, o navegador da gigante das buscas. A ferramenta vai, em sua nova versão, expandir os critérios de avaliação do browser para definir se uma página é ou não segura para o usuário.

A novidade, no caso, é a presença de uso de HTTPS no julgamento desta apuração automática do navegador. Dessa forma, ela faz parte do pacote de atualização intitulado Chrome 68. Ele foi disponibilizado na terça (28) pelo Google.

“Hypertext Transfer Protocol Secure” – ou protocolo de transferência de hipertexto seguro – é uma tecnologia utilizada por sites para garantir que as informações pessoais disponibilizadas pelo usuário sejam protegidas. Portanto, elas ficam encriptadas automaticamente à partir do momento em que são enviadas.

A partir de agora o Chrome vai avisar ao usuário que a plataforma não é segura. Portanto, se não houver no site a presença do do HTTPS, o seu acesso será dificultado. Dessa forma, é muito importante se ater a essa informação para que seu site não perca desempenho.

Atualmente, o HTTPS é bastante comum em boa parte dos sites. Mas ainda não domina o ambiente online. Segundo dados apurados pelo site Troy Hunt, mais de 50% do milhão de sites mais acessados não contam com o protocolo. Nesse caso, eles permanecem com o uso do tradicional (e não seguro) HTTP. Este déficit de atualização deixa os usuários em uma posição bastante vulnerável.

Remarketing: o que é?

Com certeza você já foi “perseguido” por banners de anúncios de algum produto ou serviço que estava pesquisando anteriormente: uma promoção de passagem aérea, um tênis, desconto em roupas, artigos de informática, por exemplo. Mas, você sabe o que isso significa? O nome dessa estratégia adotada pelas empresas é: remarketing.

Diversas pessoas são impactadas por essa ferramenta, mas não sabem como utilizá-la a seu favor, tanto B2B quanto B2C.

Nesta publicação, vamos explicar melhor o assunto, confira:

O que é remarketing?

Primeiramente, é bom esclarecer que “remarketing” e “retargeting” são praticamente a mesma coisa. Entretanto, a única diferença é a forma como o Google chama a sua própria ferramenta de retargeting. Outras plataformas, como por exemplo o AdRoll e o ReTargeter, utilizam o termo retargeting mesmo.

A palavra “retargeting” vem do inglês “target”, que significa “alvo”. Ou seja, a ideia do retargeting é impactar mais de uma vez a mesma pessoa, com anúncios que o usuário vê após a primeira busca pelo tema, em uma determinada página visitada ou outro tipo de interação.

Qual é o objetivo do remarketing?

O remarketing possui um objetivo claro: aumentar a conversão, ou seja, a venda. Isso acontece porque nem todo mundo toma a decisão de compra na primeira vez que é impactado por um anúncio. Na verdade, um número bem pequeno de usuário faz isso. De acordo com dados do Google AdWords, 97% dos visitantes de ecommerce não convertem na primeira visita. Dessa forma, o remarketing vem como uma possibilidade de continuar aparecendo para o cliente que ainda não converteu, para que enquanto ele pense no assunto continue com a marca em mente.

Há diferentes etapas entre o primeiro contato do usuário com a empresa até a efetivação da compra. Podemos dividi-las em quatro momentos diferentes:

– Consciência: quando a pessoa começa a procurar sobre o assunto, sem necessariamente ter a intenção de compra;
– Consideração: quando o usuário já tem algum conhecimento e está cogitando a efetivação da compra. Podemos considerar, aqui, a comparação de preços e busca por recomendações, por exemplo;
– Compra: é quando a pessoa faz a compra em si;
– Fidelização: momento pós-compra, quando a intenção é focar em uma nova conversão.

Dessa forma, com um plano de remarketing bem estruturado, é possível alcançar usuários em diferentes etapas desse funil e levá-los para a etapa seguinte.

Como funciona o remarketing?

O sistema de funcionamento é simples, e vamos usar como exemplo o Google Adwords. O usuário está procurando no Google por “Serviços de Marketing Digital” e clica em um anúncio pago na página de resultados. Quando ele entra no site do anúncio, um cookie, que funciona como se fosse um carimbo, é armazenado em seu computador, possibilitando que o Google te identifique e exiba posteriormente para você anúncios deste mesmo site. Assim, os anúncios vão aparecer em outros sites parceiros que abrem o espaço para anúncios – Rede Display –  ou nas páginas de resultados – Rede de Pesquisa.

Dessa forma, você será impactado por novos anúncios durante algum tempo, para convencê-lo a fazer a conversão. Normalmente, o período do remarketing é de 30 dias, mas pode variar, de acordo com a plataforma e as configurações utilizadas.

7 dicas para turbinar sua Company Page no LinkedIn

Algumas ações simples podem aumentar significativamente as chances de a sua empresa ser encontrada na rede social dedicada aos negócios.
Se a sua empresa ainda não possui uma Company Page no LinkedIn, é bom providenciar uma o mais breve possível, pois a rede possui mais de 500 milhões de perfis profissionais atualizados em todo o mundo. No Brasil, o número de usuários é de 29 milhões e esse número só tende a aumentar!

1. Amplie o contato com a sua equipe no LinkedIn

Interligar todos os seus funcionários no LinkedIn amplia a exposição orgânica da empresa. Portanto, essa é uma excelente tática, especialmente para negócios de grande porte. Dessa forma, a Company Page se torna um link clicável dentro do perfil de cada colaborador. Com uma novidade no ar é importante dar o “grito do escritório”, ou seja, fazer com que a equipe se mobilize para divulgar o conteúdo. Conversar em grupos distintos e fomentar boas discussões envolvendo temas relacionados à empresa é ainda mais relevante.

2. Potencialize o desempenho do SEO

Uma Company Page inegavelmente amigável para o Google, o que contribui para a sua estratégia de SEO. Primeiramente, certifique-se de ter selecionado as palavras-chave certas para o seu negócio e de o conteúdo estar adequado ao público-alvo. Além disso, é importnate adicionar termos relevantes na descrição da sua empresa. Essa prática aumenta as chances de classificação no LinkedIn ao mesmo tempo que ajuda a empresa a ser encontrada em buscas feitas da “barra de pesquisa” da plataforma.

3. Otimize sua URL

Quando a Company Page é criada, uma URL padrão, com um código numérico sem significado, é gerada. Portanto, para personalizar a página, entre em suas configurações do LinkedIn e clique em “perfil de público”. Crie uma URL simples e use o nome da empresa, caso estiver disponível. Se precisar alterar, mantenha a extensão que a empresa utiliza em outras redes sociais.

4. Faça anúncios efetivos

A Company Page permite que você execute ações patrocinadas para promover o seu conteúdo. Ou seja, a capacidade de segmentação e foco é muitas vezes superior à de outras redes, como o Facebook. Estão aí excelentes oportunidades para você levar tráfego de alta qualidade ao seu site em um curto período de tempo.

5. Mensure o desempenho das suas publicações

Analisar a quantidade de visualizações, cliques e engajamento nas últimas publicações da sua empresa é primordial para identificar o que ressoou melhor com a audiência e ajustar o discurso para as próximas publicações.

6. Tenha informações valiosas sobre os seguidores

Um painel reúne dados dos seguidores com várias informações relevantes (cargos, setor de atuação, porte das empresas etc.) e indica se os seus investimentos e conteúdo estão sendo efetivos para atrair o público desejado.

7. Use os botões sociais

Há diversos plugins que podem ser inseridos no seu site ou blog para levar o visitante a seguir a sua página no LinkedIn.

É importante e essencial investir no conteúdo da sua Company Page e a Nexos sabe disso!

Por isso que trabalhamos com foco no seu crescimento, abordando todas a fontes e ferramentas para o sucesso do seu negócio.

Facebook entra no mercado do amor

Está solteiro? O Facebook pode te ajudar, isso mesmo, o FB!

Quem está a procura de um relacionamento duradouro já pode comemorar, pois o Facebook quer ajudar os solteiros do mundo todo a encontrar uma alma gêmea. A novidade foi anunciada recentemente, durante a conferência anual F8, por Mark Zuckerberg, CEO da maior rede social do mundo.

Ao contrário do Tinder e de outros apps de paquera, a função do Facebook será focada em “construção de relacionamentos e não saídas casuais”.

A nova ferramenta estará disponível diretamente no aplicativo da rede social. Os matches serão definidos de acordo com as preferências definidas pelos próprios usuários, além de interesses e amigos em comum. Além disso, vai existir a opção de procurar potenciais parceiros dentro de grupos e eventos. De acordo com empresa, toda atividade dentro da função de encontros será privada.

Vale lembrar que, originalmente, o Facebook fez sucesso revelando a vida romântica das pessoas com o famoso “status de relacionamento”. Ainda não há previsão para o lançamento da nova ferramenta de encontros.

Dicas para não cair em fake news

A internet proporciona diversas vantagens: conseguimos pesquisar qualquer assunto a qualquer hora, estamos sempre conectados com amigos e familiares, além de ser uma grande facilitadora na hora de trabalhar e estudar. Entretanto, devido ao vasto conteúdo que é disponibilizado no meio digital, devemos tomar cuidado com algumas informações. Como é o caso das notícias falsas, conhecidas como fake news, que tem se tornado populares ultimamente.

Em época de leituras somente de manchetes nas redes sociais, as fake news estão conquistando cada vez mais espaço. Para evitar cair em uma dessas, separamos algumas dicas para te ajudar a identificar essas histórias e não acreditar em mentiras.

Confira a fonte

Primeiramente observe a fonte da notícia, ou seja, qual veículo publicou aquela informação. Quanto mais conhecido e relevante é o site, menor é a chance daquele material ser falso. Mesmo que seja um veículo grande é sempre bom olhar direitinho a página. Por exemplo: veja se está tudo escrito certo, se as imagens não foram manipuladas e se o site é o original.  Ah, e se a notícia veio do grupo de WhatsApp, antes de acreditar, procure saber sua fonte.

Não leia apenas a chamada

Não compartilhe a notícia apenas pelo título. Primordialmente, leia o texto inteiro para saber o que ele está dizendo.

Verifique a data

Sempre veja quando a notícia foi publicada. Alguns sites costumam publicar matérias antigas nas redes sociais, o que pode confundir o leitor.

Pesquise no Google

Sempre que surgir uma dúvida em torno da informação, cheque o assunto no Google. Dessa forma, caso seja uma notícia falsa, ela não será encontrada com facilidade. Quando a notícia é verdadeira ela é publicada na maioria dos principais meios de comunicação. Hoje em dia, existem sites como o e-farsas que juntam as notícias falsas.

Sites de humor

Alguns sites como o “Sensacionalista” postam “fake news”, mas o objetivo não é viralizar mentira, e sim fazer piada de alguma coisa que está acontecendo. Tome cuidado para não confundir.

Apure os fatos

Além de ficar ligado nos detalhes, você também pode garantir que o que está sendo lido é verdade através de meios comprovadamente confiáveis. Uma dica é o site “Aos Fatos” que trabalha com a IFN, uma rede internacional de checagem de fatos, parceira do Google.

Não acredite em tudo o que é compartilhado no grupo da família do WhatsApp

Nem tudo o que sua tia envia no café da manhã é verdade. Alguns golpes que acontecem no mundo são compartilhados via WhatsApp.

Não clique em links suspeitos e desconfie de promoções, notícias e recomendações médicas compartilhadas no aplicativo. Nem preciso falar nas notícias de que o Facebook vai acabar se não compartilhar com 100 contatos, não é mesmo?

Perfis comerciais no Instagram ganham recurso de compras

Com o novo mecanismo o usuário consegue marcar itens disponíveis em publicações orgânicas

Perfis comerciais no Instagram ganham recurso de compras

 

Este mês o Instagram anunciou o lançamento de uma nova ferramenta de compras em sua rede. Perfis comerciais brasileiros, de todos os portes, poderão usar esse recurso para vender seus produtos em publicações orgânicas. Além disso, a ferramenta é gratuita. 

Disponibilizada para oito países, a ferramenta teve seu teste inicial no Estados Unidos, durante o ano passado. Em média, mais de  200 milhões de contas visitam um ou mais perfis comerciais diariamente. De forma dinâmica, o sistema apresenta uma vitrine para que os usuários possam descobrir novos produtos das empresas que eles acompanham. Dessa forma, basta o visitante tocar na etiqueta e ele verá mais detalhes sobre o item. Desse modo inicia-se o processo de compra.

As empresas que desejarem ativar este recurso, terão nas postagens de seu feed o ícone de uma sacola na parte superior direita ou poderão clicar no botão de compra no perfil.  A Nama, empresa que  produz peças de decoração, e Amaro, loja online de moda feminina, já começaram a testar a novidade no país.

Para acrescentar essa vantagem em seu perfil comercial, utilize a marcação de preço em ao menos 9 publicações. Uma outra dica é variar nos seus formatos.

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